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Lubrificação
à graxa
A graxa é o lubrificante mais usado para rolamentos.
Graxa lubrificante é definida como uma dispersão
semilíquida a sólida de um agente espessante
num líquido (óleo de base). Consiste em uma
mistura de 85 a 90% de óleo mineral ou sintético
e um agente espessante. Em quase 90% de todas as graxas, o
agente espessante e sabão metálico, formado
quando um hidróxido metálico reage com um ácido
graxo. Um exemplo é estearato de lítio ou sabão
de lítio.
Variando-se o sabão, óleo de aditivo, é
possível produzir diferentes graxas para uma ampla
variedade de aplicações.
Como
a graxa atua no rolamento
O espessante de uma rede de fibras de sabão funciona
como recipiente para óleo lubrificante. As cavidades
desta rede enchem-se de óleo, tal como os poros de
uma esponja cheia de água.
Se uma esponja for espremida, a água é expelida
a esponja sangra. O óleo também
sangra de uma graxa.
Todavia, mais do que trabalho mecânico, é a elevação
da temperatura na massa da graxa ao redor do rolamento que
causa sangria e suprimento de óleo para
as superfícies de contato e de deslizamento do rolamento.
Uma quantidade suficiente de óleo deve chegar a estas
superfícies. O tipo escolhido de graxa deve ter propriedades
adequadas ao tipo do rolamento e condições de
trabalho. Requisitos especiais surgem, por exemplo, em rolamentos
sujeitos a fortes vibrações, onde uma graxa
mecanicamente instável pode ser expelida do rolamento
num processo contínuo. Isso causa uma ruptura mecânica
na base do sabão metálico, destruindo a graxa.
Propriedades
Em uma determinada condição de operação,
é necessário o emprego de uma graxa com propriedades
tais, que permitam uma lubrificação satisfatória.
Consistência
A consistência indica o grau de rigidez de uma graxa.
Depende, basicamente, do tipo e quantidade de espessante utilizado.
A consistência é especificada segundo a escala
do National Lubricating Grease Institute(NLGI)
dos EUA. É baseado no grau de penetração
de um cone padrão na graxa, a uma temperatura controlada
durante cinco segundos; mede-se então, a profundidade
de penetração, em décimos de milésimos,
veja tabela ao lado. Quanto menos espessa é uma graxa,
maior será a penetração e menor o índice
NLGI.
Para rolamentos, é comum um índice NLGI 2 ou
3. São utilizadas graxas NLGI 1 e 0 para aplicações
de temperaturas muito baixas ou em sistemas de lubrificação
centralizada.
Gama
de temperaturas
É importante selecionar uma graxa que atenda aos
requisitos da aplicação à temperatura
de trabalho.
Temperaturas
elevadas
Em temperaturas elevadas, muitas graxas amolecem causando
risco de vazamento. Em temperaturas elevadas constantes, é
importante usar uma graxa especial. Em temperaturas extremamente
elevadas, graxas lubrificantes, especialmente graxas à
base de sabão metálico, oxidam rapidamente.
Então a graxa endurece e ocorre a separação
quase total do óleo.
Baixas
temperaturas
Graxas comuns lubrificam mal em temperaturas baixas. Isso
pode impedir a rotação dos corpos rolantes,
especialmente na partida e sob baixas cargas. O deslizamento
dos corpos rolantes sobre a pista, pode causar desgaste e
falha do rolamento.
Tipos
de graxa e aditivos
As graxas lubrificantes mais comuns utilizam sabão
de cálcio (Ca), de sódio (Na) ou de lítio
(Li) como agente espessante. As graxas à base de sabão
de lítio são particularmente apropriadas para
a lubrificação de rolamentos.
Graxa
à base de sabão de Cálcio (Ca)
Graxa de cálcio tem uma estrutura macia similar
a de manteiga e apresenta boa estabilidade mecânica.
São normalmente estáveis com 1 a 3% de água
e não dissolvem na água. Não devem ser
utilizadas em temperaturas acima de 60 ºC (140 ºF).
As graxas de cálcio são recomendadas para instalações
expostas a água em temperatura de até 60 ºC
(140 ºF), tais como a seção úmida
de máquinas de fabricação de papel. Graxas
de cálcio proporcionam normalmente boa proteção
contra água salina e podem ser utilizadas com segurança
em ambientes marinhos.
Graxas de cálcio estabilizadas com outro agente que
água podem ser utilizadas em temperatura de até
120 ºC (250 ºF). Graxas de complexo de cálcio
são um exemplo.
Graxas
à base de sabão de sódio (Na)
Graxas à base de sabão de sódio podem
ser utilizadas numa gama mais ampla do que graxas normais
de cálcio. Estas graxas apresentam boas propriedades
de aderência e vedação. Fornecem também,
proteção contra ferrugem, embora, ao fazê-lo,
diminua consideravelmente a sua capacidade de lubrificação.
Se água demais penetra no rolamento, há risco
da graxa ser expelida.Portanto, não devem ser utilizadas
em aplicações muito úmidas.
Graxas sintéticas à base de sabão de
sódio podem trabalhar em temperaturas de até
120 ºC (259 ºF).
Graxas
à base de sabão de lítio (Li)
A estrutura destas graxas é semelhante aquela das
graxas de sabão de cálcio: macia e similar a
manteiga. Possuem muitas das vantagens das graxas à
base de sabão de cálcio e sódio, mas
praticamente nenhuma das desvantagens. Sua capacidade de aderir
às superfícies metálicas é boa.
Estabilidade em temperatura elevada é excelente; a
maioria das graxas à base de sabão de lítio
pode ser utilizada em variação muito ampla de
temperatura.
Graxas de lítio são desprezivelmente solúveis
em água. Podem ser utilizadas em aplicações
úmidas quando a temperatura é muito alta para
a graxa à base de cálcio.
Graxas
de complexo de sabão
Este termo é utilizado para graxas que contém
um sal, bem como o sabão metálico, geralmente
do mesmo metal. O mais comum é o complexo de cálcio.
O principal ingrediente salino é acetato de cálcio.
Outros exemplos são complexos de Li, Na, Ba (bário)
e Al (alumínio). Estas graxas podem resistir à
temperaturas mais elevadas do que as graxas convencionais.
Graxas
sintéticas
Este grupo inclui graxas baseadas em óleos sintéticos,
tais como éster e silicone, que não oxidam tão
rapidamente como óleos minerais. Portanto, graxas sintéticas
têm, em geral, uma gama mais ampla de aplicações
do que outras graxas. São utilizados diversos agentes
espessante, incluindo sabão de lítio, bentonita
e PTFE. A maioria das graxas sintéticas são
produzidas a fim de satisfazer padrões militares de
testes para aplicações em instrumentação
e dispositivos de controle em aeronaves, robôs e satélites.
Estas graxas revelam freqüentemente baixa resistência
ao atrito em temperaturas baixas como - 70 ºC (-95 ºF).
Aditivos
Diversos aditivos são incorporados em graxas lubrificantes
para proporcionar propriedades adicionais. Alguns dos mais
comuns são:
- Agentes antiferrugem melhoram a proteção
oferecida pela própria graxa. Estes aditivos são
úteis para rolamentos trabalhando em ambientes úmidos.
Protegem também, rolamentos durante a armazenagem
- Antioxidantes adiam a ruptura do óleo base em temperaturas
elevadas. Isso prolonga os intervalos de relubrificação
e reduz custos.
- Aditivos EP, extrema pressão, incluem compostos
sulfurosos, clóricos e fosforosos (alguns aditivos
EP são prejudiciais aos rolamentos, portanto, muito
cuidado ao utilizá-los).
- Lubrificantes sólidos, como bissulfeto de molibdênio
e grafite.
Graxas engrossadas com substâncias inorgânicas
Substâncias inorgânicas, tais como bentonita
e sílica gel, também podem ser utilizadas como
agente espessante. Moléculas de óleo são
absorvidas pela superfície ativa destas substâncias.
Estas graxas são estáveis em temperaturas elevadas
e resistentes à água. Todavia, suas propriedades
de lubrificação deterioram em temperaturas normais.
Propriedade
antiferrugem
Graxas utilizadas em rolamentos devem sempre proteger contra
ferrugem. O agente que combate à ferrugem deve ser
insolúvel. A graxa deve ter tal força de aderência,
que as superfícies do aço estejam cobertas por
uma película, mesmo se a graxa estiver saturada com
água.
Estabilidade
mecânica
Algumas graxas tendem a amolecer durante o trabalho mecânico,
o que pode resultar em vazamento. Em instalações
vibrantes, a graxa é empurrada para dentro do rolamento
a partir do alojamento. Se a graxa não for mecanicamente
estável, será expelida do rolamento num continuo
processo de circulação. Isso causa ruptura mecânica
da matriz do sabão e destrói a graxa.
É importante escolher graxa com boa estabilidade mecânica,
tal como as graxas à base de lítio fabricadas
pela SKF.
Vedadores
Um vedador deve proteger tanto o rolamento quanto o seu
lubrificante. Nem impurezas nem umidade devem ser permitidas
a penetrar no rolamento e causar danos.
Vedadores devem, também, impedir vazamento da graxa.
A eficácia de um vedador é crucial para a vida
em serviço do rolamento.
A escolha correta da vedação é muito
importante. Nunca continue a usar um rolamento com vedador
inapropriado para sua condição de trabalho ou
danificado.
Mistura
de graxa
Nunca misture graxas não compatíveis. Caso
duas dessas graxas forem misturadas, a mistura resultante
terá, geralmente, uma consistência mais mole,
o que eventualmente causará falha por vazamento.
Se não souber com que tipo de graxa o rolamento foi
originalmente lubrificado, não relubrifique sem antes
remover a graxa usada.
Classificando
as graxas lubrificantes
De acordo com a temperatura e condições
de operação
A graxas podem ser classificadas de acordo com as condições
de operação. A consistência e as características
do óleo lubrificante são influenciadas pela
temperatura de trabalho. O rolamento que opera a determinada
temperatura, deve ser lubrificado com uma graxa que seja adequada
a esta temperatura. As graxas são fabricadas para diferentes
temperaturas e são classificadas para baixas temperaturas
(LT), médias (MT) e altas (HT). Existem, ainda, graxas
classificadas de EP (extrema pressão) ou EM (extrema
pressão com bissulfeto de molibdênio).
Seleção
de graxas
Todas as precauções tomadas para evitar falhas
de rolamento podem ter pouco efeito se for escolhida a graxa
errada. É importante selecionar a graxa que ofereça
uma película de óleo com suficiente capacidade
de carga sob as condições operacionais. Portanto,
é muito importante conhecer a viscosidade do óleo
base da graxa na temperatura de trabalho. Fabricantes de equipamentos
especificam geralmente um tipo particular de graxa, a maioria
das graxas padronizadas cobrem uma ampla gama de aplicações.
Os mais importantes fatores a serem considerados antes de
escolher a graxa são:
Tipo de máquina
Tipo e tamanho do rolamento
Temperatura de trabalho
Condições operacionais de carga
Variações de velocidade
Condições de funcionamento, tais como vibração
e a orientação do eixo em direção
horizontal ou vertical
Condições de refrigeração
Eficiência de vedação
Ambiente externo
A maioria dos usuários de rolamentos escolhe uma linha
de graxas capazes de satisfaze quase qualquer aplicação
ou condições que possam ocorrer. A SKF, por
exemplo, desenvolveu uma linha de seis graxas designadas à
funcionar eficientemente em 95% das aplicações
de rolamentos. A graxa LGHT deve ser utilizada quando a temperatura
exceder 80 ºC (175 ºF); a graxa LGLT, quando a temperatura
ficar abaixo de 0 ºC (32 ºF).
Rolamentos submetidos a cargas extremamente pesadas e aqueles
que trabalham à velocidade muito baixa, devem ser lubrificados
coma graxa LGEM 2; cargas médias requerem a graxa LGEP
2. Rolamentos pequenos e médios podem ser lubrificados
com LGMT 2, rolamentos maiores com LGMT 3. Veja maiores informações
nas páginas 232 e 233.
Cuidado!
Verifique com o fabricante se o aditivo EP não é
prejudicial ao rolamento.
Graxas para temperatura elevadas (HT)
Use graxa HT quando a temperatura de trabalho exceder 80 ºC
(175 ºF) ou quando não forem possíveis
curtos intervalos de relubrificação de rolamentos
trabalhando a temperaturas de 70 a 85 ºC (160 a 185 ºF).
Graxas para baixa temperatura (LT)
Use graxa LT quando a temperatura de trabalho, bem como,
as temperaturas ambientes estiverem abaixo de 0 º (32
ºF), ou em rolamentos com cargas leves, funcionando em
altas velocidades.
Graxas para temperatura média (MT)
Estas multiuso (multipurpose), são recomendadas
para rolamentos operados à temperaturas de 30
à 120 ºC (-20 à 250 ºF). Podem ser
utilizadas na grande maioria de aplicações de
lubrificação à graxa. A viscosidade do
óleo base deve estar entre 75 a 200 mm2/s a 40 ºc
(105 ºF). A consistência é normalmente 2
ou 3 de acordo com a escala NLGI.
Para aplicações com temperaturas constantes
acima de 80 ºC (175 ºF), recomenda-se graxa HT.
Graxas EM
As graxas com a designação EM contém
bissulfeto de molibdênio (MoS2), que produz uma película
lubrificante mais resistente do que as graxas EP. Grafite
ou substâncias similares podem ser utilizadas como aditivos
a esta graxa.
Graxas EP
As graxas EP contêm compostos de enxofre, cloro ou
fósforo. Possuem propriedades de maior resistência
de película, i.e., aumentar a capacidade de carga da
película. Isso é importante em graxas destinadas
à rolamentos muito forçados, de tamanho médio
e grande. Quando são alcançadas temperaturas
suficientemente altas nos picos das superfícies metálicas
do rolamento, é produzida uma reação
química que evita a soldagem. A viscosidade do óleo
base é de aproximadamente 175 mm2/s a 40 ºC (105
ºF). A consistência corresponde a NLGI 2. Em geral,
as graxas EP não devem ser utilizadas em temperaturas
abaixo de 30 ºC (-20 ºF) ou acima de 110
ºC (230 ºF).
Cuidado! Alguns aditivos EP são prejudiciais aos rolamentos.
Contate a SKF para maiores esclarecimentos.
Para aplicações com temperaturas constantes
acima de 80 ºC (175 ºF) recomenda-se graxa HT.
Graxas para cargas pesadas
Em rolamentos girando lentamente sob cargas pesadas, são
necessários aditivos para aumentar a resistência
da película lubrificante. De outra forma, os picos
desiguais das superfícies metálicas do rolamento
entrarão em contato, a temperatura elevar-se-á
e as superfícies se soldarão. Os aditivos minimizam
o contato entre as partes metálicas e produzem uma
reação química que impedem caldeamento.
Sugestões
para lubrificação de rolamentos
A maioria dos rolamentos é fornecida somente revestida
com inibidor de oxidação e, portanto, devem
ser lubrificados quando montados. Todavia, rolamentos com
duas placas de proteção ou vedadores já
são lubrificados. São preenchidos pela SKF com
graxa em quantidade adequada ao tamanho do rolamento.
Rolamentos com furos de lubrificação podem,
naturalmente, ser relubrificados.
Preste atenção à limpeza ao montar um
rolamento e siga os procedimentos indicados no capítulo
Montagem de rolamentos, páginas 128 e 129.
A seguir algumas das regras importantes:
O trabalho de montagem deve ser efetuado em local limpo e
livre de impurezas. Examine os eixos e os distanciadores.
Examine também os vedadores e substitua-os se estiverem
desgastados.
Não retire o rolamento da embalagem até o momento
da montagem. Limpe apenas o furo e a superfície externa.
O
tempo certo
Geralmente, os rolamentos são lubrificados somente
após a montagem. A razão mais importante é
a limpeza. Quanto mais tarde a graxa for aplicada, maior a
chance de se evitar contaminação.
Outra razão tem a ver com o tipo de rolamento, por
exemplo, em rolamento com furo cônico, a folga interna
não pode ser medida se o rolamento estiver lubrificado.
Além disso, alguns métodos de montagem tornam
a relubrificação inadequada. Caso o rolamento
for aquecido, por exemplo, a graxa será destruída
durante a montagem.
Um rolamento pode ser lubrificado antes da montagem somente
quando a lubrificação é a única
maneira de obter uma distribuição uniforme de
graxa.
Ao lubrificar rolamentos são importantes as seguintes
condições:
Intervalos corretos de relubrificação
Quantidade correta
Método correto
Qualidade correta
É importante lembrar que a graxa não dura indefinidamente.
Há duas questões importantes:
Por quanto tempo a graxa permanece em condições
de uso?
Como substituir a graxa?
A quantia correta
Siga estas regras gerais: o rolamento deve estar completamente
cheio de graxa, mas o espaço livre no alojamento só
deve estar parcialmente cheio. Todavia, em aplicações
não vibratórias, as graxas de sabão de
lítio, também chamadas graxas de enchimento
total, podem ocupar até 90% do espaço livre
do alojamento sem qualquer risco de aumento da temperatura.
Graças a isso, evita-se a entrada de impurezas no rolamento
e os intervalos de relubrificação podem ser
dilatados. Rolamentos que operam em altas velocidades, por
exemplo, em máquinas ferramentas, a quantidade de graxa
deve ser pequena.
Para os alojamentos da SKF, as quantidades corretas são
indicadas na seção de mancais do Catálogo
Geral. Consulte as páginas 223-227 deste manual para
informações sobre lubrificação
das caixas SKF SNH e SAF.
Como
lubrificar um rolamento
O método de lubrificação depende
do tipo do rolamento e seu alojamento. Os rolamentos podem
ser separáveis ou não separáveis, os
alojamentos podem ser bipartidos ou inteiriços.
Rolamentos
separáveis
Rolamentos separáveis incluem os rolamentos de
rolos cilíndricos, rolamentos de rolos cônicos
e todos os tipos de rolamentos axiais. Estes rolamentos podem
ser engraxados com as partes separadas na ordem determinada
pela seqüência de montagem.
Depois de montado o primeiro anel, lubrifique o espaço,
interno com graxa. Depois engraxe o anel. Se o rolamento possui
uma gaiola com esferas ou rolos, assegure-se que todos os
espaços sejam bem lubrificados. Se o anel é
separado, basta lubrificá-lo ligeiramente de modo que
não fique danificado quando o anel com a gaiola e os
rolos for montado sobre ele.
Rolamentos
não-separáveis
Estes rolamentos são rígidos ou autocompensadores.
Os rígidos, tais como os rolamentos rígidos
de esferas e os de contato angular de esferas, devem ser lubrificados
de ambos os lados. Nos rolamentos radiais autocompensadores
de esferas e de rolos, um anel pode ser girado de modo que
os elementos rolantes sejam acessíveis e a graxa possa
ser injetada em todo espaço livre entre eles.
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